quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

crise de identidade

A minha máquina fotográfica (um belíssimo presente que muito estimo! o presente e quem me presenteou :) ) dá um som espectacular quando decido fazer vídeos, já o mesmo não posso dizer da imagem...

Sei que não sou grande fotografa, apesar de adorar andar por aí a disparar - eu sei que já pareço uma japonesinha, eu sei! - mas uma máquina fotográfica não deveria dar melhor imagem do que som?

Estará a minha queridinha e estimada máquina fotográfica... confusa sobre o papel dela nesta vida?

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

eu fui!!!

Meraviglioso!

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

and...

... they're back :)

Andava eu à procura de um testezinho sobre agentes secretos e encontrei outro que me chamou à atenção (ou não fosse eu fã dos U2!). O resultado foi este:


segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

motorista espirituoso

Há um motorista da Carris de quem gosto muito. Não sei o nome dele. É muito simpático, espera sempre por quem vê que está a correr para apanhar o autocarro (não é como outros que mal vêem alguém aproximar-se a correr, fecham logo as portas e arrancam a todo o vapor), vai a uma boa velocidade para que ninguém chegue atrasado, não faz paragens bruscas, nem grandes aceleradelas e dá o golpe nas filas de trânsito (para mim, ele é o rei! Eheheh!) - o que faz todo o sentido, especialmente quando se vê logo de manhã filas de carros ocupados por apenas uma pessoa e o transporte colectivo cheio. Por coincidência, foi aluno da minha mãe. É sem dúvida o meu motorista preferido e faço questão de o cumprimentar, sempre que tenho a sorte de ser conduzida por ele.

Esta manhã não tive esse privilégio. Mas o motorista que conduzia o autocarro tinha sentido de humor...

Com a mudança da hora, já não acordo quase com o dia a nascer/ noite. A manhã estava fresca mas nada de especial, nem foi preciso fazer os 60 metros barreiras para apanhar o autocarro. Havia trânsito mas foi sempre a andar.

Ao fazer a descida de Monsanto para entrar no Viaduto Duarte Pacheco, começámos a entrar no meio do nevoeiro e começou a sentir-se a temperatura a descer... Pensei logo que tinha trazido pouca roupa (como hoje vou para fora em trabalho, pensei logo em renovar o guarda-roupa para não passar frio!). À medida que entrávamos em Lisboa, estava cada vez mais frio... e eu a sentir-me cada vez mais em maus lençóis! Revi toda a roupa que estava na mala, pensei em vestir tudo - até o pijama! tal era o frio siberiano dentro daquele autocarro - até comprar uma camisola compatível com as temperaturas.

Reparei que as pessoas na rua vestiam roupas leves.. Havia até quem estivesse de manga curta (também não seria caso para tanto! digo eu...).

Quando saí do autocarro, comprovei que efectivamente não estava assim tanto frio! O motorista armou-se em engraçadinho e deixou toda a gente a bater o dente.

domingo, 25 de Outubro de 2009

colmatar lacunas

Ontem assisti, pela primeira vez, a uma peça de teatro no Teatro Nacional de D. Maria II.

Por mais estranho ou incrível que pareça, nunca tinha assistido a nenhuma naquele espaço! Estava na hora de tratar do assunto e com "O Camareiro" em cena, pareceu-me uma óptima oportunidade. Ainda bem que fui - ADOREI!

Gostei imenso da peça (passada praticamente nos bastidores de um teatro) que emociona, mostra as fragilidades do treatro (da vida), representada por um elenco de luxo (gostei particularmente da representação de "Sir" Ruy de Carvalho, do brilhante 'piquinho a azedo' de Virgílio Castelo e do actor que fazia de 'bobo' mas não sei o nome... ops!), numa sala lindíssima!

Devia ter ido mais cedo :)

sábado, 24 de Outubro de 2009

um bocadinho do darq na terra

Ontem foi a inauguração da exposição de um dos meus professores da faculdade. Quando recebi o convite fiquei entusiasmada, nem sempre conheço assim de perto os artistas de quem vou ver as exposições, para além de que gosto das suas criações.

E assim Culturgest, here I go, para ver a exposição Brrrain de António Olaio.

Por outro lado, esperava (re)ver algumas caras do dArq e assim foi. Foi como ter um bocadinho da faculdade e de Coimbra por cá. Foi diferente :)

O percurso pela exposição foi guiado e acompanhado com comentários e explicações das obras que se apresentavam - fossem quadros, vídeos, performances, as referências aos 'Reportér Estrábico',... - muitas vezes pelo próprio António Olaio, o que foi muito curioso. Em certa medida, até foi um privilégio, já que nem sempre temos esta oportunidade.

Na exposição existe uma associação interessante entre a pintura e o vídeo. Não consigo dizer se é um complemento pintura - vídeo, se é vídeo -pintura, se é um contraponto, ligação, extensão, não sei. Sei que gostei. E que gosto particularmente do seu sentido de humor.





António Olaio & João Taborda, "Sit on my Soul"

não é preciso ser bruxo

Todo o prédio sabe quando é que Belinha sai de casa, tal é a delicadeza com que a rapariga (com idade para ser minha... tia, vá!) pisa os degraus da escada.

Na verdade, toda a vida foi assim e eu já me podia ter habituado mas não habituei, muito menos aos sábados de manhã - escusado será dizer que acordei com os seus passos suaaaaves, suaaaaves, suaaaaves...

A sorte é que ela mora no 1.º andar... porque se ela morasse no 5.º e insistisse em não usar o elevador, estávamos todos muito pior!